1. Skip to Menu
  2. Skip to Content
  3. Skip to Footer>

Bancos apostam em crédito educativo

 E-mail

Avaliação do Usuário: / 1
PiorMelhor 

Ter, 27 de Julho de 2010 13:48

Uma das modalidades mais populares de financiamento começa a ser olhada, comercialmente, no Brasil. Segundo matéria da Gazeta Web o crédito educativo, que financia o pagamento da universidade para estudantes que pretendem se qualificar e disputar espaço no mercado de trabalho, está chegando ao Brasil. Uma vez empregado, o recém-formado adquire renda e começa a quitar a dívida. O modelo é simples, foi testado no mundo todo, mas nunca existiu aqui.

Só agora os bancos comerciais enxergam no produto um mercado potencial, que surge com a emergência das classes C e D. Até então, o modelo predominante era o subsidiado e de caráter assistencial para a baixa renda. Nos EUA, 80% dos estudantes têm financiamento.

O Itaú começou a oferecer o produto no início do ano, e o Santander pretende lançá-lo nos próximos meses. Pioneiro, o programa Pravaler, da Ideal Invest, correspondente do banco ABC, já repassou R$ 163 milhões a faculdades desde 2006.

Diferentemente do modelo americano, no Brasil os estudantes começam a pagar parte do empréstimo (50% da mensalidade) já no começo. Assim, sobra um resíduo menor após a formatura.

Os juros vão de zero a 1,89% ao mês, próximo aos do empréstimo consignado. A universidade arca com um percentual desses juros. Como contrapartida, ela zera o seu risco de inadimplência, que chega a 23%.

No caso do Pravaler, a maioria dos estudantes que recorrem ao crédito trabalha o dia todo, tem 24 anos e postergou a entrada na faculdade por questões financeiras.

O valor médio da mensalidade do estudante com financiamento costuma ser superior ao do aluno que paga com recursos próprios.

"É o estudante que seria eletricista, mas queria se tornar engenheiro. Podia pagar um curso de enfermagem, mas sonhava fazer medicina. Com o financiamento, eles escolhem o curso que querem, e não o que podem pagar. Geralmente, é a primeira pessoa da família com curso superior", disse Carlos Furlan, diretor da Ideal Invest.

Para Marcos Magalhães, diretor do Itaú Unibanco, 800 mil pessoas poderiam acessar o ensino superior a cada ano, mas não o fazem por problema de renda.

* Fonte: Gazeta Web




Adicionar esta página em sua Rede Social
Comentários
Adicionar novo Procurar
Comentar
Nome:
Email:
 
Sítio web:
Título:
 
Grupo Padrão Consumidor Moderno Universidade do Cliente Sescon Novarejo Istoé Dinheiro IDCC GS&MD Financeiro FENADVB Convention Bureau Catho Brasil Econômico Aserc Abrarec Acrefi ACSP Amcham Brasil Anefac Aneps QuatroC Notorial Audac Contax Serasa AeC Aspect Atento Crivo Dedic GPTI GETNet SCPC Plusoft TIVIT Altitude Software ddCom System Human Mobile ClearSale MOPSO Vocalcom TMKT Talktelecom Spring Wireless MR Soluções Wittel Voran