Out 19
|08:10
Ao longo dos anos, assistimos no Brasil a uma das mais dramáticas transformações no comportamento do consumidor e seu impacto na condução dos negócios das empresas.Muito mais do que surrados mantras empresariais, na linha do “consumidor é a razão de ser da empresa”, “o cliente é o rei”, “o cliente sempre tem razão”, as relações empresa–cliente (volume e natureza de interações) evoluíram mais aceleradamente do que a grande maioria das empresas poderia vislumbrar.
Out 16
|08:00
Vivemos nos últimos anos mudanças profundas no comportamento dos consumidores, mudanças provocadas por fatores tecnológicos, demográficos, econômicos e competitivos que vêm causando grandes mudanças na maneira como eles se relacionam com produtos, serviços, marcas, formatos, canais e bandeiras. Em primeiro lugar, as transformações tecnológicas colocam um poder sem precedentes nas mãos dos clientes, pois dão a eles informações e alternativas anteriormente inalcançáveis e que aprofundam as diferenças entre as empresas que conhecem os consumidores e aquelas que com eles se relacionam. O mercado vem se tornando ainda mais centrado no consumidor, dando aos clientes mais poder e independência.




















Os gestores de TI e Marketing, por força da concorrência e por força do cliente/consumidor, serão obrigados a lidar com os conceitos 2.0 de forma mais prática e também profissional. O novo consumidor – o consumidor 2.0 – é um usuário por definição.
A tecnologia da informação e a mídia interativa definitivamente transformaram a maneira tradicional de se fazer negócios, vender, atender e fidelizar clientes, ou seja, de se relacionar.Particularmente, o relacionamento com consumidores tem passado por profundas mudanças. Hoje, os consumidores possuem a capacidade e o hábito de acessar e comparar informações e demandar relações cada vez mais personalizadas e imediatas. Vale ressaltar que além dos pontos citados, o consumidor também se constitui hoje em um agente gerador de mídia, portanto construtor ou destruidor da credibilidade de empresas (produtos, serviços, marcas, etc), sejam elas do porte que for.
O relacionamento dos clientes com produtos e serviços pode facilmente se transformar em uma relação custo/benefício: o que eu recebo pelo dinheiro que pago? Infelizmente, no dia-a-dia dos negócios, muitas marcas, na busca por resultados de curto prazo ou por falta de conhecimento de alguma alternativa melhor, partem para o caminho de deixar em segundo plano os benefícios que seus produtos oferecem para ressaltar que eles são mais baratos que os da concorrência ou que estão disponíveis em condições de financiamento imbatíveis. Para muitas marcas, essa é realmente a única saída, já que seus produtos e/ou serviços não possuem nenhum benefício adicional em relação ao líder de mercado. .png)
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