O comportamento do brasileiro em relação ao consumo responsável ainda está longe do ideal. Segundo a pesquisa O Observador Brasil, promovida pela Cetelem – financeira do grupo francês BNP Paribas – e pela Ipsos, apenas 4% dos entrevistados são conscientes em relação ao consumo enquanto 11% são totalmente indiferentes.A segmentação dos entrevistados de acordo com o comportamento deu-se com a aplicação do Teste de Consumo Consciente (TTC) elaborado pela Akatu. Trata-se de uma bateria de perguntas que avalia 13 comportamentos em situações corriqueiras e práticas tais como: se a pessoa deixa lâmpadas acesas em ambientes vazios, se fecha a torneira enquanto escova os dentes, se utiliza o verso do papel já utilizado, se pede nota fiscal quando faz compras, se separa o lixo, etc.
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Um levantamento feito pelo Gartner revelou que o modelo é prioridade para os CIOS brasileiros em 2010. Mas será que esses gestores conhecem os diversos contextos que podem ajudar suas empresas a se prepararem para cloud e estão atentos aos fatores que podem causar problemas para suas operações?Cloud computing abrange uma série de conceitos como IaaS (Infrastructure as a Service), PaaS (Platform as a Service) e ainda o mais famoso de todos, SaaS (Software as a Service).
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Destinado a todos aqueles que desejam conhecer e explorar as possibilidades de negócios na Web 2.0, convertendo audiência em receita, o livro Viral Loop conta a fascinante história dos empresários que primeiro aproveitaram o potencial sem precedentes dos viral loops para criar negócios online de sucesso – alguns de bilhões de dólares – que todos nós podemos usar.
A metáfora que melhor representa o atual ambiente de negócios é a velocidade. Como consequência dos avanços tecnológicos e da conquista de maior poder pelos consumidores nós, gestores, temos sempre a percepção de estarmos olhando o mundo pelo espelho retrovisor, pois mal assimilamos um padrão e já temos outros desafios pela frente – muitas vezes frontalmente opostos ao primeiro.
o primeiro semestre de 2010, em comparação com o mesmo período do ano anterior, o valor médio das dívidas com os bancos teve queda de 0,4%. Os cheques sem fundos, títulos protestados e cartões de crédito e financeiras apresentaram alta de 41,9%, 6,4% e 1,8%, respectivamente. .png)
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